Universidade “Pública”

Boitatá, peça artística dentro do campus

Centro de Cultura e Eventos

Bosque da UFSC – O Parque secreto

Quando se juntam o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, todos os hábitos, aptidões, costumes forma-se uma identidade cultural. É o que existe de mais bonito numa comunidade quando esses fatores tendem a harmonia. O que é uma cidade? O que é um espaço público? O que é um bom meio deslocamento ou uma boa integração dos meios de transporte? O que faz uma universidade? O que estas questões têm em comum? Talvez conceitualmente não faça muito sentido, mas esses são fatores fundamentais para o conceito de uma cidade harmônica e solidaria.

A integração de todos os fatores é chave, como os questionamentos sobre espaço público e deslocamento da cidade tem haver com cultura? Tudo, isso da pra afirmar fácil fácil.

Qual reflexo tem uma comunidade presa num trânsito caótico, fora do contato com outras pessoas, sem harmonia dos deslocamentos, stress, longe de uma sombra de arvore e de uma praça.

O governa já mostrou e continua mostrando que não vai solucionar problema algum, não há planejamento, não da pra contar com isso no momento. As universidades também aparecem sem poder ativo, um conhecimento preso em estantes, murada, uma comunidade aparte das outras comunidades, diferentes costumes, hábitos, leis, crenças, espaços, mas continua sendo uma comunidade pública.

Já imaginou uma cidade com ciclovias e calçadas largas, seguras e confortáveis? Já imaginou esses espaços servindo como encontro de pessoas, lugares de expressões artísticas e culturais? Já imaginou uma universidade viva o ano inteiro?  Porque não, já que esta se porta como espaço público, fechado para o público, escrava de um calendário para funcionar, pouco aberta para quem não faz parte da “comunidade” acadêmica que não tem abertura com a “outra” comunidade.

Isso tudo é muito confuso, mas se todos caminhassem nas calçadas, pedalassem uma bicicleta, revivessem as praças e conhecesse melhor os vizinhos, bom ai não têm nenhuma universidade ou órgão governamental que segurasse essa onda.

É Sábado ! Primeiro PIC-NIC-SEM-FRONTEIRAS de 2012. Participe, chegue cedo e aproveite toda a programação!
14h30 Sound’s no Grito + Pic Nic
O Coletivo Sem Fronteiras, também ponto Fora do Eixo em Floripa, esta preparando uma super edição do Pic Nic, a primeira de 2012. Os rapazes do SF propõem a ocupação dos espaços verdes da cidade e a discussão de questões de urbanização e mobilidade urbana.
O DJ Allen Rosa integra a campanha Discoteca Grito e abre os trabalhos musicais do dia com o projeto Sounds in da City!
16h PósTV Projeto ousado, um canal de pós-televisão, democratizando o acesso e a circulação de informações, notícias e opiniões. No Grito Floripa, o tema norteador do debate será Universidade e Cultura, em um fluxo livre de discussões. A PósTV começa às 16h, no Hall da Reitoria, com transmissão ao vivo pela internet. O Nó Coletivo que estará realizando as ações audiovisuais no Grito Rock.
17h30 Shows Califaliza (SC) Homem Lixo (SC) Mar de Marte (RS) Autoramas (RJ)

Sinalizações em Florianópolis

O que você acha da sinalização de Florianópolis ?

Pensando nisso, Coletivo Sem Fronteiras, durante o período de final de ano, fez algumas imagens nos Estados Unidos, com ênfase em observar como funciona a sinalização das rodovias, áreas urbanas e litorâneas, com o objetivo de identificar as estruturas adequadas nas regiões semelhantes às condições que encontram-se Florianópolis.

Região Centro – Trindade

O preço das passagens subiu. Foi uma das notícias da semana. No entando, as condições de transporte não acompanham esse reajuste dos preços. Uma das soluções já conhecidas e propostas é a criação de um corredor exclusivo, começando pelo trajeto Centro – UFSC, algo que, alguns já acreditam ser possível com as condições atuais de estrutura. Assim como nesse exemplo bacana :

Placa sinalizadora de via exclusiva.

Lembrando que, o pedestre também tem responsabilidades.
Um dos indícios da cidadania é a educação. A sinalização adequada, reforça o pedestre a atravessar as vias rápidas em sua vez, e nos locais adequados para a travessia.

Aviso nas calçadas

Linha exclusiva para ônibus

RODOVIAS

E ele chegou ! O verão, alta temporada, a cidade está cheia e todos percebemos.
Recentemente, houve o segundo acidente, no ano de 2012, envolvendo a morte de um ciclista em uma rodovia aqui em Floripa.

A quantidade de ‘correntes’ enfatizando cenas e fatos que acontecem diariamente nas mídias sociais é intenso. Falando especificamente da SC 401, reproduzimos uma dessas imagens :

Foto : Reprodução Facebook

A verdade é que aquilo que existe na SC 401 não é uma ciclovia. Além do que, os carros ficaram sem acostamento, o ‘ciclostamento’ acaba não adequando-se a nenhuma das duas utilizações. Qual é a solução neste caso, agora, que a obra já está entregue ?

Trajeto comum de ciclovia em San Diego.

PRAIAS

Florianópolis é o que é, em razão das praias.

Mas, afinal, como cuida-se desse patrimônio ?

Uma opção, é criar regras para a utilização da praia e suas estruturas.

Aviso aos frequentadores.

Traduzindo a placa :
Regulamentações :

Para a Praia, Costões, Calçadas e Áreas do Estacionamento.

PROIBIDO : ÁLCOOL

GARRAFAS DE VIDRO

FUMAR

JOGAR LIXO

FAZER BARULHO

Fogueiras : Não permitidas das 12:00-05:00 AM
Permitidas nos locais sinalizados.

Cachorros: Não permitidos das 09:00-16:00PM
Permitidos nos outros horários. Devem estar com coleiras
Por gentileza limpe os dejetos de seu animal.

Pernoite acampando ou estacionado não permitidos
Estacionamento são fechados. Sujeito a multa e reboque.

Lembrando que, no caso da cidade de San Diego, existem praias específicas para animais domésticos, por isso, veta-se a circulação de animais em outras regiões.

O que você acha dessas regras ? Trariam benefício para seus frequentadores ?

O que você acrescentaria nas rodovias ?

O que você pensa do transporte público na cidade ?

O que você acredita ser necessário nas praias em Florianópolis ?
Comente ! Compartilhe ! Faça sua parte !

IV Congresso do Fora do Eixo – 2011

Semana intensa no Congresso Fora do Eixo !
Na Segunda-Feira (12/12/11), durante um grande PICNIC realizado no Parque Ibirapuera, o Coletivo Sem Fronteiras teve a privilegiada oportunidade de apresentar-se aos coletivos do Brasil inteiro, contextualizar o urbanismo de nossa cidade afim de juntos, buscarmos soluções.
O fim do dia foi marcado pela cerimônia oficial de abertura do Congresso, onde as #FEmininas deram sua contribuição ao público falando sobre a música e a cultura no Brasil e na América Latina.

A Terça Feira teve início dentro do campus da USP.
No auditório, Pablo Capilé deu boas vindas aos congressistas, e já de prontidão veio com suas provocações com o objetivo de identificar o progresso do Fora do Eixo no cenário musical e cultural do Brasil.
No período da tarde, no Paço das Artes, também na USP, foram promovidas inúmeras rodas, divididas por temas de discussão, onde interessados podiam contribuir através de relatos e evidências, suas experiências no desenvolvimento das atividades.

Participando da cobertura colaborativa, tivemos a oportunidade de conhecer o pessoal do FAROFAFÁ, referência nacional em Jornalismo musical e cultural Brasileiro, logo, repassamos a percepção de quem sabe sobre o segundo dia de Congresso Fora do Eixo :

A partir dai as conversar infinitas se desenrolaram durante todo o congresso, foi discutido de tudo, mesmo, e quem estava lá sentiu e absorveu bastante coisa e percebeu que é possível.

O IV Congresso Fora do Eixo terminou nesse domingo (18/12/11) de maneira potencialmente instigaste para todos os que participaram desse encontro. Coletivos do Brasil inteiro reunidos para discutir cultura, arte, sociedade, política, cidade… Conversas infinitas que começaram nesse encontro, que mostra ser histórico para uma real mudança no contexto em que estamos. Conectados estamos mais próximos, juntos além de ser mais barato é muito melhor. Valeu Coletivo Cardume, galera do ônibus, do hostel, The Skrotes, Da Caverna, Galera de Rio do Sul (Banda Liss) e a todos que fizeram esse evento acontecer. Todos somos protagonistas de todas as nossas ações. VALEU

Confira as fotos [aqui]

 

Pic-nic-sem-fronteiras na Maratona Cultural 2011

Galera,

O Coletivo Sem Fronteiras convida todos vocês para um momento especial na  cidade, no dia 26 de novembro, próximo sábado, o Pic-Nic Sem Fronteiras acontecerá em conjunto com Hommies Crew na Maratona Cultural 2011!

Um momento de tranquilidade no Jardim do Centro Integrado de Cultura reunindo as diversas vertentes da arte brasileira, aproximando todas as consciências por um único motivo, conviver!

Tragam os seus sorrisos e sua cesta, vamos iluminar Floripa!

Pic-nic na Zona – 11/11/11

Na última sexta feira, em data mágica, dia 11 do 11º mês do ano de 2011 do calendário Cristão (sem comentar a Lua cheia..), o Coletivo Sem Fronteiras realizou mais uma de suas intervenções:

O Pic Nic na ZONA! Dentro da legislação vigente para utilização dos espaços caracterizados como Zona Azul, o Pic Nic pagou seus cartões, pediu sua autorização para utilização do espaço para fins não automobilísticos e, dentro do período estipulado, fecundou a célula da Vaga Viva.

Conceituado pela má utilização dos espaços públicos florianopolitanos, pela preferência automobilística e superficialidade no desenvolvimento de políticas públicas para utilização de espaços urbanos, o Pic Nic na ZONA vai além do puro choque, vem expor a possibilidade de soluções simples para grandes problemas no convívio humano na, previamente chamada, Ilha da Magia.

Contextualizando o caos atual na mobilidade urbana da capital catarinense a proposta é que seja, de fato, aplicada uma política participativa e atual no planejamento urbano da cidade. Que além de serem ouvidas as pessoas, sejam de fato pesquisadas soluções, referências, atualizações para um hábito de vida ultrapassado que preferencia automóveis à pessoas, famílias à indivíduos, obras à arquitetura.

Para tal realização a contribuição de todos é de primeira importância. Nesta edição, primeira de muitas que ainda virão, algumas pessoas e organizações tiveram importância determinante em sua execução. O insitutio Lagoa Social (representado por Edmilson Pereira e Pedro Almeida) cedeu sua Kombi para o transporte do “Parque”; a Célula Cultural (representado por Márcio Costa e Bruno Tristão) cederam os bancos do parque; o complexo de futebol indoor PK cedeu a grama; os cubos de madeira vieram da Arquitetura da UFSC.

Agora juntem o Parque, um violão, o chapéu e um café da manhã e imaginem o que pode ser de Florianópolis se, de fato, a grama for verde, as pessoas forem sinceras e os Políticos atuantes.

Será mais um, dentre tantos, pontos de mudança na história da sociedade brasileira em, no íntimo, compreender que a felicidade surge no amor sem fronteiras!

André Motta, Felipe Miranda, Rafael Bridi, Gabriel Vanini, Pedro Caetano, Bruno Rinaldi.
Coletivo Sem Fronteiras

Acesse também nosso facebook [aqui]

 

 

Vaga Viva – Picnic na Zona.

Você gosta da sua rua?

Vivemos nos deslocando. Caminhos e mais caminhos que utilizamos para ir e vir. Nos esquecemos, facilmente, que este é nosso espaço e muito espaço.Você concorda  em utilizá-lo exclusivamente para os carros ?

Enquanto os espaços públicos, em sua maioria, são dedicados para os veículos particulares, uma pequena fração destes é planejada para as pessoas. É hora de repensar como as ruas estão sendo utilizadas e imaginar as possibilidades que o meio urbano nos propõe. Cabe a nós fazermos esta ação para demonstrar a vasta possibilidade existente em cada metro quadrado de asfalto e área pública e ajudar nossa cidade a tornar-se mais saudável,  confortável e criativa… pelo menos até que esses metros se esgotem.

Passadas algumas semanas de planejamento, hoje foi dia de ação !

Por volta das 8 horas da manhã, chegamos no local escolhido, a Rua Adolfo Melo, próximo ao Ceisa Center, para construirmos nosso parque.

A vaga como ela é.

Motta e Vanini 'Plantando a grama'.

E hoje o calor veio com força. Somando a temperatura ambiente com o asfalto quente, então, pode-se dizer que faltaram cadeiras de praia. Após plantarmos a grama, trouxemos também bancos, mudas, instrumentos, lixeira, muita água e algum dinheiro. E o parque começou a aparecer.

O parque tomando forma.

A vaga viva.

Arte do Daniel Barcellos dando boas vindas ao passar pela vaga.

Mas, porque dinheiro ?

Considerando que planejamos ficar ali por algumas horas, providenciamos, como qualquer carro, o bilhete de permanência da Zona Azul. Os bilhetes foram preenchidos e postos nas mudas que estavam em nossa volta.

Pedro Almeida conferindo o horário do bilhete

Alguns amigos vieram conferir de perto, além aproveitaram para descansar um pouco entre suas rotinas.

Sol do meio dia.

Bruno Rinaldi fazendo a baliza e estacionando a bicicleta.

Thorben apareceu pra descontrair do expediente. Quase não voltou pro trabalho.

A expert em grama não esperava por essa. Mas foi conferir a grama sintética mesmo assim.

Diversas pessoas, entre elas curiosos e apressados, pararam por alguns instantes, e questionavam-se sobre o que estava acontecendo. Alguns mais corajosos, nos perguntaram sobre o que tratava-se essa intervenção. Conversamos com várias pessoas ao longo do dia, e podemos dizer que todas surpreenderam-se de uma forma positiva.

Curiosos de plantão.

Depois do almoço, por volta das 13:30, na mesma discriçao que chegamos, recolhemos todo material, limpamos nossa bagunça e encerramos nosso parque de um dia só.

Faxina geral.

O Coletivo Sem Fronteiras agradece a todos os amigos que fizeram parte desse dia. Umberto Violatto, Pedro Almeida, Edmilson Pereira, Thorben Hoffschneider, Lígia Duclós, Mariana Grunschy, Camila Santos, amigos curiosos e todas as pessoas que passaram por ali.

O dia não teria sido tão divertido sem a presença de vocês.

Até a próxima !