Sem Fronteiras em Buenos Aires

Em agosto de 2011 integrantes do Coletivo Sem Fronteiras (Lipe Miranda e Rafael Zugno) visitaram a bela cidade de Buenos Aires, e como não poderia ser diferente, os olhares críticos e comparativos foram inevitáveis numa cidade  diferente da nossa. Coisas parecem se repetir, muitas similaridades, como que pode uma cidade que o ônibus não é viável na maior parte dos deslocamentos, grandes calçadas, parques e avenidas muitíssimos arborizadas fazem com que a caminhada se destaque entre os modais de locomoção. Como pode uma tarifa de ônibus e metro apresentar um valor tão desigual em relação ao real custo do deslocamento, apenas 1,10 pesos (0,47 centavos de real).

É,  parece que o lucro não é o mais importante neste quesito de sistema de transporte público. Após conhecer um pouco da cidade,  fizemos alguns contatos e procuramos alguns possíveis nomes de praça para talvez promover um pic-nic portenho. A primeira escolha dentre tanto verde, parques e gramados foi feita, levantamento dos preparativo, dia, cartaz, e quando fomos pesquisar um pouco sobre a praça descobrimos que no dia escolhido, no Bairro da Recoleta (local do pic-nic) estaria acontecendo um show de Jazz, um teatro de fantoche e uma feira que poderia tranquilamente cobrir alguns loteamentos de Florianópolis.

Com um contexto deste, não poderíamos ficar pra trás, e no domingo ás 14 horas da tarde, fomos prestigiar o evento local e as atrações que estariam acontecendo ali. Que ótima cidade, assim como a nossa,  mas em alguns quesitos, parece que os portenhos levam vantagem.


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